domingo, agosto 17, 2008

Escrever

Já não escrevo nada decente há uns tempos. Hoje vou entrar numa vertente filosófica. Vocês que estão habituados às minhas teorias tresloucadas hoje vão levar com Amizade. O que é no fundo a amizade? Há quem exponha a amizade como um mero encontro de interesses que se interliga e cria raízes. Quando é que uma amizade termina? Todos falamos sobre o terminar uma relação e terminar uma amizade? Eu digo se é amizade não termina, transforma-se, evolui mas não acaba. Será de facto assim? Tenho alguns amigos de longa data e se for olhar já passamos por tanto... crescemos, vivemos, choramos, chateamo-nos .. mas nunca nos separámos, porquê? Podíamos responder apenas, porque gosto de ti e tu gostas de mim.
Se de facto for a analisar... as pessoas que "deixei ir" não eram pessoas que eu realmente ADORASSE, ou foram? Acho que não, acho que no fundo no fundo sempre soube a verdadeira essência de determinadas pessoas e no meu íntimo sabia que essa "amizade" era uma amizade do momento. Isto faz com que não tenha sido amizade? Foram amizades mas parece-me que apenas "amizades de bagagem"(este termo inventei agora e é meu -> direitos de autora).

Posto isto queria dar um beijo louco a todos os meus e minhas grandes amigas, vocês são grande parte da minha felicidade.. e.. se há pessoas que se sentem sozinhas, eu não sinto. Claro que nenhum de vós é perfeito (sim Nuno não és perfeito) mas isso torna a minha vida perfeita.

E depois penso, então e o amor? Nahhhhhhh não vou falar sobre esse assunto, para mim é um assunto demasiado estranho. Sem comentários e não me venham com perguntas. :P


BTW - Então Luís quando é que te vemos de muletas :P?

sábado, agosto 09, 2008

PAssadice

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A Pensar

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sai daí nuno!!!

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WEEEEEEEEEEEEEEEEEeeeeeeeeee

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Mi and Magui

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filho da..

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no café

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Rui e Nuno

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ou então não... ainda dorme

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O Nuno acordou!

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Fonkas - A Preparar um mega pekeno almoço

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Ão Ão

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The Place & JV

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Gerador Eólico

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O Cabo

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The Pool

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Tivemos também uma mascote

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O Sapo

O Sapo foi convidado para a My Party 2008!
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sexta-feira, agosto 08, 2008

quarta-feira, agosto 06, 2008

Logo que Passe a Monção

Num banco de névoas calmas quero ficar enterrado
Num casebre de bambú na minha esteira deitado
A fumar um narguilé até que passe a monção
Enquanto a chuva derrama a sua triste canção

Sei que tenho de partir logo que suba a maré
Mas até ela subir volto a encher o narguilé
Meu capitão já é hora de partir e levantar ferro
Não me quero ir embora diga que foi ao meu enterro

Deixem-me ficar deitado a ouvir a chuva a cair
Que ainda estou acordado só tenho a alma a dormir
Como a folha de bambú a deslizar na corrente
Apenas presa ao mundo por um fio de água morrente

Nos arrozais morre a chuva noutra água há-de nascer
Abatam-me ao efectivo também eu me vou sem morrer
Para quê ter de partir logo que passe a monção
Se encontrei toda a fortuna no lume deste morrão

Ópio bendito ópio minhas feridas mitiguei
Meu bálsamo para a dor de ser
Em ti me embalsamei
Ópio maldito ópio foi para isto que cheguei
Uma pausa no caminho
Numa névoa me tornei